segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Alô, teste som 1, 2, 3...



Sou um curioso da pior espécie. Daquele jeito intrometido que anseia em saber tudo sobre a vida dos outros e o que fazem com ela. No caminho que vou ao trabalho (a pé) passo no mínimo por mais de 10 pessoas, um número que pode se parecer irrisório, mas moro em uma cidade que não chega a 80 mil habitantes.

No momento que eu passo por essas pessoas, a minha mente liga no turbo e pensamentos do tipo: “qual será o nome dela?”, “qual o sobrenome?”, “trabalha? E em que?”, entre outras inúmeras perguntas que acabam circulando em minha mente tentando achar as respostas.

Esse meu lado investigativo e curioso me despertou o faro jornalístico. Sou jornalista desde pequeno, mas formado desde 2013. Formei-me e logo fui contratado para trabalhar em um jornal local, do município de Ijuí. Lembro-me de todas as reportagens que escrevi, os rostos, os assuntos tratados com as fontes, apenas os nomes que às vezes caem no esquecimento.

Já tive muitos blogs (daqueles arrumadinhos que parecem sites), porém não sobreviveram dois ou três meses. Os assuntos eram dos mais variados: cães; gatos; cinema; música; e até arriscando notícias diárias.

Mais um blog?! É, mais um. Mas, esse que me parece ser um pouquinho diferente dos demais. Aqui quero disponibilizar as matérias que eu fiz ao longo desses três anos como jornalista formado. Reportagens que me marcaram.

Por que jornalista ambulante? Para mim os ambulantes estão sempre circulando pela cidade vendendo os seus variados produtos, certo? Eu ando (muitas vezes a pé) em busca de personagens e histórias para as minhas matérias, pois essa semelhança me fez colocar o nome de Jornalista Ambulante.

Então seja muito bem-vindo e saboreie as minhas palavras com carinho.

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